Tocar PARAÍSO no Teatro São Pedro Virtual

Theatro São Pedro e O Bairrista seguem com programação virtual, desta vez com a peça Tocar Paraíso

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Espetáculo premiado é um dos escolhidos para fazer parte da programação do YouTube e do Facebook, em tempos de isolamento social.

Dia 17 de julho (sexta-feira), a partir das 20h, o Theatro São Pedro apresenta mais uma edição da série de espetáculos virtuais em comemoração ao aniversário de 162 anos. Previsto para ocorrer todas as sextas-feiras de julho, o projeto terá, a cada semana, uma atração de estilos variados. Desta vez, o gênero teatro é o escolhido, com a montagem de Tocar Paraíso, espetáculo musical e crítico, escrito pelo dramaturgo austríaco Thomas Köck e com direção de João de Ricardo. A peça reflete sobre as consequências do projeto capitalista global. A Cia. Espaço em Branco amplia os sentidos do texto com canções irônicas executadas pelo próprio elenco, composto por Anildo Böes, Eduardo d’Avila, Evelyn Ligocki, Fernanda Carvalho Leite, Iandra Cattani e João de Ricardo. O espetáculo foi financiado pelo projeto TRANSIT realizado pelo Goethe Institut – POA e Sesc -RS e teve sua estreia no 14 Festival Palco Giratório. Recebeu 11 indicações no Prêmio Açorianos 2019, tendo recebido os prêmios de Melhor Espetáculo Adulto; Melhor Diretor: João de Ricardo e Melhor Atriz: Evelyn Ligocki.

O projeto, que tem a produção de O Bairrista, poderá ser visto nos canais do Youtube de ambas as instituições (youtube.com/c/theatrosaopedrors; youtube.com/o_bairristars), além das páginas do facebook (facebook.com/teatrosaopedro; facebook.com/OBairristaRS).

O projeto conta com a produção e captação de imagens de O Bairrista, coprodução do Sarau do Solar, da Assembleia Legislativa do RS, e patrocínio das seguintes empresas: Lojas Pompéia, Banrisul, Termolar, Baldo S/A, EGR e Câmara Municipal de Porto Alegre.

SINOPSE DE TOCAR PARAÍSO
Os problemas da exploração do trabalho, da degradação da natureza e do consumo sem responsabilidade aparecem em metáforas bem humoradas e brutais, convidando o espectador a refletir sobre seu papel nesse jogo de poderes. Tocar Paraíso conta três histórias entrelaçadas por linhas de trem. O filho está diante do pai à beira da morte em uma UTI, após sofrer queimaduras. Um conjunto de músicos eruditos está trancado em um trem desgovernado. Um casal de operárias chinesas foge de trem para a Itália em busca do Paraíso. Em que ponto do caminho irão se chocar estes personagens?

Ficha Técnica de “Tocar Paraíso”
Direção: João de Ricardo – JdR
Texto: Thomas Köck
Elenco: Anildo Böes, Eduardo d’Avila, Evelyn Ligocki, Fernanda Carvalho Leite, Iandra Cattani e JdR
Luz: JdR e Lucca Simmas
Operação de Luz: Carlos Azevedo
Música: Daniel Roitman e Rodrigo Fernandez e Cia . Espaço em Branco
Figurinos e produção: Cia. Espaço em Branco
Vídeos e fotos: Bruno Gularte Barreto
Edição de vídeo para o streaming: Shico Menegat
Edição de som para o streaming: Daniel Roitman
Duração: 100 minutos
Classificação: 14 anos

 

FOTOS: shorturl.at/kvxNP

Crédito: Bruno Gularte Barreto

 

A Cia Espaço em Branco foi fundada em 2004 em Porto Alegre e nesses mais de 15 anos de trabalho continuado vem trazendo inúmeros espetáculos marcantes entre eles Extinção (Açorianos de melhor atriz Coadjuvante), Andy/Edie, Teresa e o Aquário, Homem que não Vive da Glória do Passado, Alice, A Fome (Açorianos de melhor dramaturgia e Brasken de melhor atriz), Prata – Paraíso (vencedor do Açorianos 2017 melhor espetáculo e melhor ator) entre outros. Conheça mais nossos trabalhos através do instagram @ciaespacoembranco e da página http://www.ciaespacoembranco.wordpress.com

 

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Estamos orgulhosos em apresentar A FOME< na programação do 26 Porto Alegre em CENA

dias 12 e 13 de setembro, às 20h no Teatro Bruno Kiefer, da Casa de Cultura Mário Quintana

Mais informações no site do festival clica aqui!!!

 

 

Estreia TOCAR PARAÍSO

 

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TOCAR PARAÍSO

A Cia. Espaço em BRANCO foi contemplada com o Projeto TRANSIT 2019 promovido pelo Instituto Goethe – Porto Alegre para encenar a peça PARADIS-SPIELEN / TOCAR PARAÍSO  do dramaturgo austríaco Thomas Köck.

TEMPORADA

14 a 30 de junho, sextas, sábados e domingos, às 20h, no auditório do Instituto Goethe.

Sinopse:

O trem do Ocidente passa rápido e já nem para, não tem como parar, ele atropela a todos seguindo seu fluxo cego. É progresso. A energia vem do lucro, vem do modelo de civilização alicerçada no capitalismo. O lucro é vida sugada de pessoas e nações que se afundam em meio ao lixo tóxico. É tempo roubado. O texto de Köck admite o absurdo do teatro frente à vida, sua incapacidade de realmente mudar alguma coisa. Lançando mão de distintas possibilidades de estruturação da escrita para a cena, o autor vai do lírico ao dramático e ao épico, para contar histórias atravessadas por trens. A ironia percorre a linguagem cênica revelando o sedimento crítico que o texto traz em relação ao percurso civilizatório ocidental. A Cia. Espaço em Branco reúne um grupo de artistas do corpo que tem uma trajetória rica e diversa, que extrapolam a linguagem da atuação em suas experiências, mas que também dançam, fazem ativismo de gênero, que escrevem e fazem imagens em movimento para criar Tocar PARAÍSO em um regime de residência no palco do Instituto Goethe de Porto Alegre. É na proposta de um corpo-coro que os personagens/discursos propostos por Köck irão encarnar. Um coletivo que, nutrido pelas singularidades, cresce numa presença múltipla que ultrapassa a noção de sujeito. Esse corpo/coro é o duplo da plateia. Nas noites de apresentação tocaremos PARAÍSO. Choque e fusão. Desejamos encontrar um sentido em fazer teatro, um sentido sem sentido, um sentido de muitos sentidos alicerçado num presente inevitável.

TOCAR PARAÍSO

Ficha Técnica

Direção: João de Ricardo – JdR
Texto: Thomas Köck com tradução de Christine Höhrig
Elenco: Anildo Böes, Eduardo d’Avila, Evelyn Ligocki, Fernanda Carvalho Leite, Iandra Cattani e JdR
Luz: JdR e Lucca Simmas
Som ao vivo: Daniel Roittman e Rodrigo Fernandez
Figurinos, produção e divulgação: Cia. Espaço em BRANCO
Vídeos e fotos: Bruno Gularte Barreto
Estagiário de luz: Thales Ramsés

Saiba mais sobre o processo criativo visitando o site

AGORA CRITICA TEATRAL

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A FOME RECEBE 7 Indicações no Prêmio Açorianos de Teatro Adulto

https://maisteatro.org/2019/03/01/lista-dos-indicados-ao-premio-acorianos-de-teatro-tibicuera-de-teatro-infantojuvenil-e-revelacao-2018/?fbclid=IwAR3Mt4chMfQ0Lnxr_JBv-aDzq4GlKOr7z5zEnCW-hwdnVLqHQebwLjx-HPY

 

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Link do evento no facebook aqui!!!

Cérebro e Cia. Espaço em BRANCO apresentam:

BAAL da Luz Vermelha

Com alegria convidamos todos para nossa temporada de verão, todas as quintas e sábados às 20h no CÉREBRO – Sede da Cia. Espaço em BRANCO na KZA-TEREZINHA, (rua santa Teresinha – 711).

Alemanha, 1918. Um jovem de apenas 20 anos, Bertold Brecht, termina a escrita de seu primeiro texto teatral: BAAL. Brasil, 1968. Um jovem de apenas 20 e poucos anos, Rogério Sganzerla, termina seu primeiro filme: O Bandido da Luz Vermelha. Porto Alegre, 2018. No aniversário de 100 anos de BAAL e de 50 do BANDIDO, João de Ricardo choca o ovo do dragão na Oficina de Montagem de Espetáculo PHC (processos híbridos de criação) fazendo nascer o BAAL DA LUZ VERMELHA, um espetáculo de aprendizagem nascido no espaço entre as obras de Brecht e Sganzerla e o Brasil de hoje.

Tanto BAAL quanto o BANDIDO celebram a marginalidade como potência de subversão, como metáfora da condição do artista num contexto impregnado de intolerância. As obras mergulham nas contradições humanas, o bem que fere e o mal que redime, fazendo do anti-herói um cavalo montado pela loucura da criação.

Em tempos de decadência das instituições e desmantelamento de qualquer projeto de preservação e incentivo à cultura, em tempos de ataques constantes às minorias, BAAL da LUZ Vermelha surge como um soco na moralidade de cueca e uma celebração da arte impregnada de vida e resistência.

Em BAAL da LUZ VERMELHA os espectadores são convidados a descerem ao inferno numa performance coletiva, psicotrópica e musical. Quem sabe ao confrontarmos BAAL e sua incrível potência ígnea, possamos nos empoderar com nossas próprias sombras.

O que? BAAL da LUZ VERMELHA

Quando: todas as quintas e sábados de janeiro, às 20h
Dias: 10, 12, 17, 19, 24 e 26/01

Onde? Cérebro – KZA-TEREZINHA (rua santa Teresinha, 711)

Contato: joaodericardo@gmail.com

www.ciaespacoembranco.wordpress.com

FICHA TÉCNICA

Direção/processo pedagógico: JdR – João de Ricardo

Com: Gabriel Ignácio, Giorgia Fiorini, Reynaldo Neto e Saimon Rodriguês

Figurinos e Maquiagem: o grupo

Espaço e Luz: JdR

Trilha Pesquisada: o grupo

Dramaturgia: JdR e grupo inspirados em “BAAL” de Bertold Brecht e O Bandido da Luz Vermelha, de Rogério Sganzerla.

Arte gráfica: Kika Simone, Gabriel Ignácio e JDR

Uma realização: Cérebro + Cia Espaço em Branco.

Local: CÉREBRO – Sede da Cia Espaço em Branco (Rua Santa Terezinha, 711)

Ingressos no local. Valor: R$30,00 e meia entrada R$15,00 (estudantes, classe artística e maiores de 60 anos)

Esse espetáculo faz parte da residência artística da Cia. Espaço em BRANCO no projeto Usina das Artes mantido pela Prefeitura de Porto Alegre – Secretaria da Cultura.

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A Cia. Espaço em Branco convida para a curta temporada do seu novo espetáculo

A FOME

Vencedor do Edital Ponto de Teatro do Instituto Ling, A FOME teve sua temporada de estreia em setembro deste ano, dentro da programação do Festival Porto Alegre em Cena.

Nos dias 14 e 15 de novembro a Cia. faz duas apresentações de A FOME, na quarta e quinta-feira, às 20h no Teatro Carlos Carvalho da Casa de Cultura Mário Quintana.

A FOME é um monólogo escrito por Marcos Contreras e Sissi Betina Venturin, também atriz do espetáculo, com direção de João de Ricardo. Entre revelações pouco palatáveis e a exposição de uma fome voraz pela vida, A FOME incorpora circunstâncias míticas e críticas sobre o feminino numa performance-limite entre o ritual e o cyber. É o dia derradeiro, um rito de passagem que necessita ser concluído, custe o que custar. Refletindo sobre relações amorosas e familiares atordoantes, o espetáculo mostra esta mulher sem nome nem espaço que se dilata guiada por uma chama primitiva e implacável. Pelos dentes irá descobrir a forma mais intensa de consumir o amor, o outro e sua sombra.

Neste projeto, a Cia. Espaço em BRANCO dá sequência à investigação de um espetáculo colaborativo que cresça no contato com o outro, dialogando com a fruição criativa do espectador e propondo-se a ser uma experiência sensorial, crítica e poética. Durante o desenrolar da situação dramatúrgica performance, o relato é violento, irônico e absurdo. O espetáculo percorre o percurso da apresentação cênica de um instinto primal, a fome, que nasce do caos e incorpora-se com a força de uma deusa pagã em uma mulher. A personagem mostra-se em pedaços: boca, vagina, cabeça, uma mulher que fala sem parar, parente próxima dos personagens de Beckett.

Utilizando-se de tecnologias de som e vídeo ao vivo, o espetáculo potencializa as imagens cênicas e paisagens sonoras geradas pela atriz, fazendo do texto dito uma tessitura multissensorial que dirige-se aos espectadores como um todo: razão e instinto, ego e inconsciente, almas e corpos.

 

A FOME (76) - Ph Morgana Mazzon

Apresentações

Dias 14 e 15 de novembro – quarta e quinta-feira

Às 20h

No Teatro Carlos Carvalho da Casa de Cultura Mário Quintana

(Rua dos Andradas 736, Centro Histórico)

Ingresso: R$ 40,00 (meia-entrada para idosos, estudantes e artistas, mediante comprovação)

A bilheteria abre 1h antes do início do espetáculo.

EVENTO FACEBOOK clica aqui!

Ficha técnica

Direção: João de Ricardo

Atuação: Sissi Betina Venturin

Dramaturgia: Marcos Contreras e Sissi Betina Venturin

Trilha sonora: Daniel Roitman e grupo

Iluminação: Carina Sehn

Vídeos: Jana Castoldi

Figurinos e produção: João de Ricardo e Sissi Betina Venturin

Realização: Cia. Espaço em BRANCO

Cartaz: Martino Piccinini

Fotografia: Morgana Mazzon

Recomendação etária: 18 anos

Duração: 80 minutos

A FOME (30) - Ph Morgana Mazzon
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Entre revelações pouco palatáveis e a exposição de uma fome voraz pela vida, A FOME incorpora circunstâncias míticas e críticas sobre o feminino numa performance-limite entre o ritual e o cyber. É o dia derradeiro, um rito de passagem que necessita ser concluído, custe o que custar. Refletindo sobre relações amorosas e familiares atordoantes, o espetáculo mostra esta mulher sem nome nem espaço que se dilata guiada por uma chama primitiva e implacável. Pelos dentes irá descobrir a forma mais intensa de consumir o amor.

Ficha técnica
Direção: João de Ricardo
Atuação: Sissi Betina Venturin
Dramaturgia: Marcos Contreras e Sissi Betina Venturin
Trilha sonora: Daniel Roitman e grupo
Iluminação: Carina Sehn
Vídeos: Jana Castoldi
Técnico eletricista: Thales Ramsés
Produção e divulgação: João de Ricardo e Sissi Betina Venturin
Fotografia: Morgana Mazzon
Realização: Cia. Espaço em BRANCO

Recomendação etária: 18 anos
Duração: 90 minutos

Temporada
14 à 29 de setembro
sextas-feiras às 20h
sábados às 18h

O espetáculo integra a programação do Instituto Ling, que lançou em 2018 um novo projeto para impulsionar a produção de artes cênicas no Rio Grande do Sul, o Ponto de Teatro, com curadoria do jornalista e crítico Renato Mendonça. O projeto Ponto de Teatro tem patrocínio da Fitesa e financiamento do Governo RS / Sistema Pró-Cultura / Lei de Incentivo à Cultura – LIC/RS.

LINK DO EVENTO

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PRATA-PARAÍSO

17 e 18 de maio, quinta e sexta-feira, às 20h
Teatro Carlos Carvalho da Casa de Cultura Mário Quintana

A premiada montagem da Cia. Espaço em BRANCO (Prêmio Açorianos 2017 de melhor espetáculo e melhor Ator para Andrew Tassinari) aborda a complexa temática da morte contando a história de um jovem artista, falecido há muito tempo vítima do HIV, que retorna da escuridão para acertar contas com sua família e a sociedade heteronormativa.

PRATA-PARAÍSO é uma escatologia no sentido mítico, uma fábula GAY sobre o fim do homem e da civilização. Uma extravagância politicamente afiada, nutrida pelo sangue glorioso e contagioso dos artistas QUEER aos quais presta-se homenagem.

Nela, o encenador JdR radicaliza sua relação com o teatro em si, levando ao ápice questões presentes em suas montagens anteriores – a atitude underground do faça você mesmo, o aprofundamento na preparação dos performers através de PHC (processos híbridos de criação) e as interferências causadas por outros suportes como vídeo e som mixados ao vivo. A cena descarnada é um convite à imaginação ativa dos espectadores e um elogio à potência da arte em vida.

INGRESSOS POPULARES:

R$ 20,00
R$ 10,00 para estudantes, artistas e maiores de 60 anos

Ficha técnica:

Direção: JdR – João de Ricardo
Elenco: Andrew Tassinari, Douglas Jung e Eduardo d’Ávila
Texto: O grupo, livremente inspirado em “Pterodactyls”, de Nicky Silver
Trilha sonora pesquisada: o grupo
Figurino e maquiagem: o grupo
Iluminação, som, vídeos e espaço: JdR – João de Ricardo
Produção: Cérebro e Cia. Espaço em BRANCO
Duração: 105min
Recomendação etária: 18 anos

e dia 19 estaremos no PALCO GIRATÓRIO -SESC!!!!!

prata palco giratorio

13º Festival Palco Giratório Sesc/POA apresenta:

PRATA-PARAÍSO (RS)
Sábado, dia 19 de maio de 2018, 19 horas
Teatro do Sesc – Avenida Alberto Bins, 665 – Centro Histórico – Porto Alegre/RS
Como Chegar: https://maps.teatrodosesc
Gênero: Teatro adulto
Classificação: 18 anos
Duração: 105min
Produção: Cérebro e Cia. Espaço em Branco
Realização: Sesc/RS e Sesc Porto Alegre
Evento: Prata-Paraíso no Palco Giratório
Acompanhe a agenda No Palco: http://bit.ly/agendaNoPalco

INGRESSOS – VALORES:
R$ 10,00 – Categoria Comércio e Serviços do Cartão Sesc/Senac. Estudantes. Classe artística. Maiores de 60 anos*
R$ 15,00 – Categoria Empresários com Cartão Sesc/Senac*
R$ 20,00 – Público geral

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A Cia. Espaço em BRANCO – Cérebro convida para as aulas inaugurais da nova turma de MONTAGEM de ESPETÁCULO TEATRAL – PHC (processos híbridos de criação) 2018. As duas primeiras aulas serão gratuitas e abertas para todos, irão acontecer dias 27 e 29 de março das 18:30 às 21:30 no Cérebro – Sede da Cia. Espaço em BRANCO, Rua Santa Teresinha, 711.

VC pode se inscrever aqui:

https://goo.gl/forms/0ma9CeElnqsUlGMS2

BAAL – A PEÇA:

 Em 1918, Bertolt BRECHT com apenas 20 anos (dramaturgo, diretor e teórico que revolucionou o teatro mundial com uma extensa obra que vê o arte enquanto ação política) terminava a escrita da sua primeira peça: BAAL. Ela conta a história de um artista underground, poeta e cantor, que explode todas as expectativas e vínculos com a sociedade “de bem” se lançando numa jornada PUNK em direção ao NADA.

A peça de BRECHT vem carregada com o furor da adolescência: sexo, drogas e rock,n,roll e ainda hoje, 100 anos depois de sua criação, continua provocadora e rebelde.

A OFICINA de MONTAGEM:

Após as aulas inaugurais,  JdR – João de Ricardo irá conduzir a montagem em duas aulas semanais, terças e quintas-feiras das 18:30 às 21:30 que serão realizadas de abril a julho de 2018.

Uma aula será sempre dedicada à voz do ator, a preparação do aparelho fonador, respiração e o texto em ação. Na segunda aula da semana será abordada a preparação do corpo do performer focando no trabalho em equipe, a escuta sensível, o desenvolvimento da consciência corporal e de movimento.

Atravessados pelas questões técnicas de preparação dos atores/performers estaremos criando o novo espetáculo: BAAL da LUZ VERMELHA.

O espetáculo deverá estrear em agosto no CÉREBRO – Sede da Cia. Espaço em BRANCO.

O investimento mensal será de R$ 200,00 por 6 horas/aula semanais. Ex-alunos terão desconto e s p e c i a l.

O Professor – Encenador: 

JdR é formado em Interpretação e Direção Teatral pela UFRGS e mestre em artes pela UNICAMP.

Em 2004 fundou a Cia. Espaço em BRANCO e com ela trouxe diversos espetáculos que marcaram a cena Portoalegrense como Extinção (Açorianos melhor Atriz Coadjuvante), Andy/Edie, Teresa e o Aquário, Homem que não vive da Glória do Passado, Anatomia da Boneca, Love me BOY/Kill me MACHINE, Rodrigofagia, Metamorfose: A Infestação e PRATA-PARAÍSO (indicado aos Açorianos 2017 de melhor espetáculo, direção, ator e dramaturgia).

Desde 2008 ministra oficinas de performance – Processos Híbridos de Criação. Desde 2015 ministra a Oficina de Criação de Espetáculo Teatral PHC onde a performance encontra-se com o teatro em espetáculos experimentais.

Desde 2014 é professor de performance no GED – Grupo Experimental de Dança e desde 2015 participa do projeto Usina das Artes, projetos ligados à Secretaria de Cultura de Porto Alegre.

Quer conhecer mais sobre o trabalho do encenador, visite nosso site:

www.ciaespacoembranco.wordpress.com

O que?

Oficina de MONTAGEM TEATRAL PHC

BAAL da LUZ VERMELHA

Aulas inaugurais, gratuitas:

Dias 27 e 29 de março, terça e quinta-feira

Das 18:30 às 21:30

Onde?

Cérebro , Santa Teresinha 711

A Oficina irá ocorrer em 4 meses, de abril a julho de 2018 e irá ser concluída com um espetáculo teatral BAAL DA LUZ VERMELHA  QUE apresentado no Cérebro durante o  mês de agosto.

Investimento mensal: R$ 200,00

Informações:

joaodericardo@gmail.com

ou no telefone: 51 35571930

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PRATA-PARAÍSO é indicado a 4 categorias no prêmio Açorianos de Teatro 2017

Boa Notícia: PRATA-PARAÍSO foi indicado a 4 categorias no prêmio Açorianos de Teatro: Melhor espetáculo, Melhor direção: JdR – João de Ricardo, melhor ator: Andrew Tassinari e melhor dramaturgia: o grupo.

estamos orgulhosos

Critica do Espetáculo em decorrência a sua participação no Festival Internacional Porto Alegre em CENA

http://www.agoracriticateatral.com.br/criticas/165/prata-paraiso

Dia 14 e 15 de setembro, às 18h nos apresentamos no Festival Internacional de Artes Cênicas Porto Alegre em CENA!

A montagem da Cia. Espaço em Branco aborda a complexa temática da morte contando a história de um jovem artista, falecido há muito tempo vítima do HIV, que retorna da escuridão para acertar contas com sua família e sociedade heteronormativa. PRATA-PARAÍSO é uma escatologia no sentido mítico, uma fábula gay sobre o fim do homem e da civilização. Uma extravagância politicamente afiada, nutrida pelo sangue glorioso e contagioso dos artistas QUEER aos quais presta-se homenagem. Nela, o encenador JdR radicaliza sua relação com o teatro em si, levando ao ápice questões presentes em suas montagens anteriores – a atitude underground do faça você mesmo e as interferências causadas por outros suportes, que misturam-se e aprofundam a performance. A cena descarnada e tecnológica é um convite à imaginação ativa dos espectadores.

Ficha técnica
Direção: JdR – João de Ricardo / Texto: O grupo livremente inspirado em “Pterodactyls”, de Nicky Silver / Elenco: Andrew Tassinari, Douglas Jung e Eduardo d’Ávila / Trilha sonora pesquisada: o grupo / Figurino e maquiagem: o grupo / Iluminação, som, vídeos e espaço: JdR – João de Ricardo / Duração: 105min / Recomendação etária: 18 anos

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PRATA-PARAÍSO fará nova temporada nos fins de semana de abril a maio de 2017, antes que o Gasômetro feche suas portas!!! 

A Performance teatral dirigida por João de Ricardo, inspirada livremente no texto “Pterodátilos” do dramaturgo estadunidense Nicky Silver, fará curta temporada de três fins de semana, sextas, sábados e domingos às 19h, nos dias 28, 29 e 30 de abril e 5,6,7, 12, 13 e 14 de maio às 19h no Cérebro – Sala 504 da Usina do Gasômetro (Av. Pres. João Goulart, 551 – Centro, Porto Alegre – RS, 90010-120)

Os ingressos custam R$ 30,00 com meia entrada para classe artística, estudantes e maiores de 65 anos

Importante, a lotação máxima por apresentação é de 20 espectadores.

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PRATA – PARAÍSO está de VOLTA!

Nova temporada de PRATA-PARAÍSO, 3 fins de semana, sextas, sábados e domingos sempre às 19h. Dias 28, 29, 30 de abril, 5,6,7 e 12, 13,14 de maio.
A Cia Espaço em BRANCO + CÉREBRO apresentam a performance teatral PRATA-PARAÍSO, desenvolvida pelo encenador João de Ricardo através de PHC (Processos Híbridos de Criação) dando continuidade ao projeto de residência artística Usina das Artes, promovido pela Prefeitura de Porto Alegre e Usina do Gasômetro.

Inspirada na obra Pterodátilos do dramaturgo estadunidense Nicky Silver, elegemos o personagem TOD (que significa morte em alemão) como plataforma de criação desta obra. Um jovem artista gay, portador do vírus HIV, que decompõe a realidade luxuosa de sua família e a si mesmo, em uma obra grotesca dedicada à transitoriedade de tudo.

A performance teatral é composta de três estudos tendo a morte (a doença – contaminação, o matar e o morrer) enquanto tema e ponto de articulação entre o texto teatral e a nuvem de referencias que geramos durante o processo: as mitologias dos deuses obscuros e suas polaridades complementares saúde-doença morte-fertilidade feridas e pérolas do mar: Obaluae, Hades e Shiva. A vanguarda GAY dos anos 80 fustigada pelo HIV – Cazuza, Leonilson, Klaus Nomi, Robert Maplethorpe, o humor gay, político e trash de John Waters, a música fúnebre e a iconografia do corpo martirizado cristão.

Prata-Paraíso é um réquiem coxo. Uma escatologia no sentido mítico. Uma fábula G A Y ♥ sobre o fim do homem e da civilização. No espaço infinito e escuro do outro lado, uma nuvem prateada brilha suspensa. Cada floco de purpurina é um crânio vazio, cabeça de alguém que já se foi. Ao olharmos as órbitas oculares eletrizadas temos acesso ao CÉREBRO, território holográfico onde tempo e espaço se dissolvem e coagulam. Mistérios acionados por um artista sem face: TOD.

Ficha Técnica:

Encenação, direção de arte e processo de aprendizagem (PHC): João de Ricardo

Com: Andrew Tassinari, Douglas Jung e Eduardo d’Avila

Fotos: Louise Carpanedo e Morgana Mazzon

Produção: CÉREBRO

Quando: sextas, sábados e domingos às 19h,

nos dias 28, 29 e 30 de abril

5,6,7 e 12, 13 e 14 de maio
Onde: CÉREBRO (sala 504 – Usina do Gasômetro – quinto andar)

Ingressos: R$ 30 inteira e R$ 15 meia para estudantes, artistas e maiores de 65 anos

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a bilheteria estará aberta 30 minutos antes das apresentações

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Inscrições abertas

joaodericardo@gmail.com

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A METAMORFOSE

Oficina de Montagem de Espetáculo Teatral

PHC – Processos Híbridos de Criação

Turma 2017

Dirigida por João de Ricardo – JdR

Dando continuidade à residência no projeto Usina das Artes da Cia. Espaço em BRANCO, João de Ricardo abre nova turma de montagem de espetáculo teatral.

A partir do clássico da literatura mundial “A Metamorfose” do escritor tcheco Franz KAFKA adaptado para o texto teatral pelo dramaturgo gaúcho Julio Zanotta, iremos propor um processo aprofundado de criação em artes do corpo, com foco no desenvolvimento dos performers (corpo-voz-ação) e o teatro como espaço de experimentação radical de linguagem.

O espetáculo será desenvolvido durante cinco meses, de março a julho de 2017 com estréia prevista para última semana de julho.

Serão realizadas 3 aulas por semana, segundas, terças e quintas das 19 às 22h

Totalizando 36 horas-aula mensais.

O valor da mensalidade é de R$250,00

PS: A aula de segunda-feira poderá ser transferida para os domingos a tarde conforme disponibilidade e interesse da turma.

Para se inscrever mande uma pequena carta de intenção e currículo para

joaodericardo@gmail.com

quer conhecer mais do trabalho do encenador?

http://www.ciaespacoembranco.wordpress.com

 

O que?

Oficina de montagem de espetáculo teatral “A METAMORFOSE”

Dirigido por João de Ricardo

Quando?

de março a julho de 2017

as três primeiras aulas, dias 6, 7 e 9 de março serão

GRATUITAS!

segundas, terças e quintas-feiras das 19 às 22h

Onde?

Cérebro – Sala 504 da Usina do Gasômetro

Quanto?

Mensalidade: 36 horas aulas- mês R$ 250,00

João de Ricardo – JdR é graduado pela UFRGS em atuação e direção teatral (1999-2002). Mestre em Artes – Poéticas da Cena pela UNICAMP (2010) Fundou a Cia. Espaço em BRANCO em 2004 onde desenvolve a mais de uma década espetáculos autorais com foco intenso no trabalho do ator sob um viés multifacetado, tendo como referência a performance artística e a dança e as artes do vídeo, tais como Serpente (2002), Extinção (2004), Andy/Edie (2006), Teresa e o Aquário (2008) Homem que não Vive da Glória do Passado (2010) Anatomia da Boneca (2010) Rodrigofagia (2015) Love me BOY- Kill me MACHINE (2016) e PRATA-PARAÍSO (2016).

Pesquisa a linguagem teatral envolvendo dramaturgias desconstruídas, os elementos visuais da cena e o atravessamento do espetáculo teatral pelas mídias eletrônicas, como vídeo e som editados ao vivo.

Realiza desde 2010 a oficina Processos Híbridos de Criação que já esteve em diversos eventos culturais como POA em CENA, Festival de Teatro de Rua de Porto Alegre, Bienal do Mercosul, além de ter ocorrido nas Oficinas Culturais do estado de São Paulo.

É professor de performance no GED – Grupo Experimental de Dança, projeto desenvolvido pela Coordenação de Dança da Secretaria Municipal de Cultura – Porto Alegre

Apoio: Prefeitura Municipal de Porto Alegre, Secretaria da Cultura, Projeto Usina das Artes.

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Março começa com TAROT no CÉREBRO

Convidamos a comunidade para participar do GELT> Grupo de Estudos e Leituras de Tarot que será realizado pelo encenador, performer e professor independente João de Ricardo em parceria com a artista transversal e Professora Pesquisadora da UFRGS Paola Zordan na Usina do Gasômetro.

O objetivo é criar uma rede de pessoas que possam interagir tendo o baralho de Tarot como território de criação compartilhada.
Traga seu TAROT, roupa bem confortável e um lanchinho e venha encontrar os outros e ampliar as possibilidades de relação com as cartas.

História, sincretismos e iconografia são os eixos de abordagem nos encontros que irão ocorrer sempre no primeiro sábado do mês, de março a junho das 15 às 19h no CÉREBRO, sala 504 da Usina do Gasômetro.

Este grupo de estudos é possibilitando pela residência artística da Cia. Espaço em BRANCO – CÉREBRO no projeto Usina das Artes, promovido pela Secretaria de Cultura da Prefeitura de Porto Alegre.

Professores:

João de Ricardo é encenador, fundador da Cia. Espaço em BRANCO, performer e professor independente.
www.ciaespacoembranco.wordpress.com

Paola Zordan é Artista transversal e professora pesquisadora da UFRGS

O Que?
GELT – Grupo de Estudos e Leituras de Tarot

Onde?
No CéREbrO! Sala 504 da Usina do Gasômetro

Quando?
Primeiro semestre:
Todo primeiro sábado de cada mês
dias 4 de março, 1 de abril, 6 de maio e 3 de junho
Das 15h às 19h

Quanto?
O Ingresso é espontâneo, sugerimos R$ 20,00 por encontro (R$10,00 por professor)

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PHC – Princípios de Composição

A oficina PHC (Processos Híbridos de Criação) visa dar uma introdução às possibilidades de criação para artistas do corpo num espaço atravessado por práticas vindas de diversas linguagens tais como o teatro, a performance e o vídeo.

A oficina PHC – Princípios de Composição será realizada em três encontros de com 4h de duração.

A cada encontro João de Ricardo irá desenvolver junto aos alunos um primeiro contato com as possibilidades de criação que vem desenvolvendo junto a Cia. Espaço em BRANCO.

A primeira aula será sobre o corpo e as relações com o espaço.

A segunda aula será sobre voz, o aparelho fonador e o texto.

A terceira aula será sobre a ação e o uso do vídeo ao vivo.

A oficina terá um valor de R$ 75,00 e um total de 12 horas/aula.

Para se inscrever basta enviar uma breve carta de intenção para joaodericardo@gmail.com

Esta oficina será o aquecimento para a nova turma de Montagem de Espetáculo: Processos Híbridos de Criação 2017, que irá começar em março. Para tanto iremos nos debruçar sobre o texto A METAMORFOSE, de Franz Kafka, adaptado por Júlio Zanotta com direção de João de Ricardo.

As aulas ocorrerão no CÉREBRO – Sala 504 da Usina do Gasômetro em decorrência da residência da Cia. Espaço em BRANCO no projeto Usina das Artes desenvolvido pela prefeitura de Porto Alegre, Secretaria Municipal de Cultura.

O que?

Oficina PHC – Princípios de Composição

Quando?

Dias 14, 15 e 16 de fevereiro

Das 15h às 19h

Onde?

CÉREBRO – Sala 504 da Usina do Gasômetro

Quanto?

R$ 75,00 = 12h aula.

João de Ricardo – JdR é graduado pela UFRGS em atuação e direção teatral (1999-2002). Mestre em Artes – Poéticas da Cena pela UNICAMP (2010) Fundou a Cia. Espaço em BRANCO em 2004 onde desenvolve a mais de uma década espetáculos autorais com foco intenso no trabalho do ator sob um viés multifacetado tendo como referência a performance artística e a dança, tais como Serpente (2002), Extinção (2004), Andy/Edie (2006), Teresa e o Aquário (2008) Homem que não Vive da Glória do Passado (2010) Anatomia da Boneca (2010) Rodrigofagia (2015) Love me BOY- Kill me MACHINE (2016) e PRATA-PARAÍSO (2016).

Pesquisa a linguagem teatral envolvendo dramaturgias desconstruídas, os elementos visuais da cena espaço, luz, maquiagem e o atravessamento de mídias eletrônicas, como vídeo ao vivo.

Realiza desde 2010 a oficina Processos Híbridos de Criação que já esteve em diversos eventos culturais como POA em CENA, Festival de Teatro de Rua de Porto Alegre, Bienal do Mercosul, além de ter ocorrido nas Oficinas Culturais do estado de São Paulo.

É professor desde 2014 no GED – Grupo Experimental de Dança, projeto mantido pela Coordenação de Dança da Sercretaria Municipal de Cultura de Porto Alegre.

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PRATA – PARAÍSO está de VOLTA!

atenção faremos apenas 4 apresentações com uma lotação máxima de 20 pessoas por sessão para manter o conforto térmico na sala.
dias 19, 20, 21 e 22

quinta e sexta feira às 20h
sábado e domingo às 19h

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no CÉREBRO (sala 504 – Usina do Gasômetro)

A Cia Espaço em BRANCO + CÉREBRO apresentam a performance de aprendizagem PRATA-PARAÍSO, desenvolvida pelo encenador João de Ricardo através de PHC (Processos Híbridos de Criação) dando continuidade ao projeto de residência artística Usina das Artes, promovido pela Prefeitura de Porto Alegre e Usina do Gasômetro.

Inspirada na obra Pterodátilos do dramaturgo estadunidense Nicky Silver, elegemos o personagem TOD (que significa morte em alemão) como plataforma de composição desta performance. Um jovem artista gay, portador do vírus HIV, que decompõe a realidade luxuosa de sua família e a si mesmo em uma obra grotesca dedicada à transitoriedade de tudo.

A performance de aprendizagem é composta de três estudos tendo a morte (a doença – contaminação, o matar e o morrer) enquanto tema e ponto de articulação entre o texto teatral e a nuvem de referencias que geramos durante o processo: as mitologias dos deuses obscuros e suas polaridades complementares saúde-doença morte-fertilidade feridas e pérolas do mar: Obaluae, Hades e Shiva. A vanguarda GAY dos anos 80 fustigada pelo HIV – Cazuza, Leonilson, Klaus Nomi, Robert Maplethorpe, o humor gay, político e trash de John Waters, a música fúnebre e a iconografia do corpo martirizado cristão.

Prata-Paraíso é um réquiem coxo. Uma escatologia no sentido mítico. Uma fábula G A Y ♥ sobre o fim do homem e da civilização. No espaço infinito e escuro do outro lado, uma nuvem prateada brilha suspensa. Cada floco de purpurina é um crânio vazio, cabeça de alguém que já se foi. Ao olharmos as órbitas oculares eletrizadas temos acesso ao CÉREBRO, território holográfico onde tempo e espaço se dissolvem e coagulam. Mistérios acionados por um artista sem face: TOD.

PHC – Oficina de Montagem é desenvolvida pelo encenador e performer João de Ricardo enquando desdobramento pedagógico de sua poética cênica frente à Cia. Espaço em BRANCO. Tem como objetivo dar aos alunos uma experiência multifacetada em relação às possibilidades de criação da performance estruturada enquanto espetáculo e processo de aprendizagem. A experiência do real possibilita o surgimento de uma dramaturgia de ações geradas pelo coletivo que dão existência e corpo ao trabalho. Durante sete meses de processo foram abordados na oficina a preparação dos alunos levando em conta a complexidade corpo-voz-ação tendo como eixo a perspectiva singular do performer, que, agindo em seu nome ganha muitos nomes, podendo transitar pelas fronteiras da atuação. Um engajamento criativo que nos leva a afirmação do performer enquanto criador total e o teatro como espaço de liberdade.

Ficha Técnica:

Encenação, direção de arte e processo de aprendizagem (PHC): João de Ricardo

Com: Andrew Tassinari, Eduardo d’Avila e Lucas Tortorelli.

Fotos: Louise Carpanedo e Morgana Mazzon

Produção: CÉREBRO

Quando: 19, 20, 21 e 22 de janeiro
quinta e sexta às 20h – sábado e domingo às 19h

Onde: CÉREBRO (sala 504 – Usina do Gasômetro – quinto andar)

Ingressos: R$ 30 inteira e R$ 15 meia para estudantes e artistas.
a bilheteria estará aberta 30 minutos antes das apresentações
é permitido o consumo de drinks gelados e outras refrescâncias durante a performance :*

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Estréia PRATA-PARAÍSO

A Cia Espaço em BRANCO + CÉREBRO apresentam a performance de aprendizagem PRATA-PARAÍSO, desenvolvida pelo encenador João de Ricardo através de PHC (Processos Híbridos de Criação) dando continuidade ao projeto de residência artística Usina das Artes, promovido pela Prefeitura de Porto Alegre e Usina do Gasômetro.

Inspirada na obra Pterodátilos do dramaturgo estadunidense Nicky Silver, elegemos o personagem TOD (que significa morte em alemão) como plataforma de composição desta performance. Um jovem artista gay, portador do vírus HIV, que decompõe a realidade luxuosa de sua família e a si mesmo em uma obra grotesca dedicada à transitoriedade de tudo.

A performance de aprendizagem é composta de três estudos tendo a morte (a doença – contaminação, o matar e o morrer) enquanto tema e ponto de articulação entre o texto teatral e a nuvem de referencias que geramos durante o processo: as mitologias dos deuses obscuros e suas polaridades complementares saúde-doença morte-fertilidade feridas e pérolas do mar: Obaluae, Hades e Shiva. A vanguarda GAY dos anos 80 fustigada pelo HIV – Cazuza, Leonilson, Klaus Nomi, Robert Maplethorpe, o humor gay, político e trash de John Waters, a música fúnebre e a iconografia do corpo martirizado cristão.

Prata-Paraíso é um réquiem coxo. Uma escatologia no sentido mítico. Uma fábula G A Y ♥ sobre o fim do homem e da civilização. No espaço infinito e escuro do outro lado, uma nuvem prateada brilha suspensa. Cada floco de purpurina é um crânio vazio, cabeça de alguém que já se foi. Ao olharmos as órbitas oculares eletrizadas temos acesso ao CÉREBRO, território holográfico onde tempo e espaço se dissolvem e coagulam. Mistérios acionados por um artista sem face: TOD.

PHC – Oficina de Montagem é desenvolvida pelo encenador e performer João de Ricardo enquando desdobramento pedagógico de sua poética cênica frente à Cia. Espaço em BRANCO. Tem como objetivo dar aos alunos uma experiência multifacetada em relação às possibilidades de criação da performance estruturada enquanto espetáculo e processo de aprendizagem. A experiência do real possibilita o surgimento de uma dramaturgia de ações geradas pelo coletivo que dão existência e corpo ao trabalho. Durante sete meses de processo foram abordados na oficina a preparação dos alunos levando em conta a complexidade corpo-voz-ação tendo como eixo a perspectiva singular do performer, que, agindo em seu nome ganha muitos nomes, podendo transitar pelas fronteiras da atuação. Um engajamento criativo que nos leva a afirmação do performer enquanto criador total e o teatro como uma arte de liberdade.

Ficha Técnica:

Encenação, direção de arte e processo de aprendizagem (PHC): João de Ricardo

Com: Andrew Tassinari, Eduardo d’Avila e Lucas Tortorelli.

Fotos: Louise Carpanedo

Produção: CÉREBRO

Quando: dias 21, 22 e 23 de  quarta e quinta e sexta-feira às 20h

Onde: CÉREBRO (sala 504 – Usina do Gasômetro – quinto andar)

Ingressos: R$ 20 inteira e R$ 10 meia para estudantes e artistas.

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Práticas de composição e Técnica Alexander – contaminações

 

A Cia. Espaço em BRANCO em decorrência de seu segundo ano de residência artística no projeto Usina das Artes apresenta a oficina Práticas de Composição e Técnica Alexander com Michel Capeletti – Contaminações. A oficina será ministrada sábado e domingo, dias 10 e 11 de dezembro no CÉREBRO (sala 504 da Usina do Gasômetro) das 16 às 19h totalizando 6h aula. A Oficina conta com 8 vagas e é GRATUITA. Para se inscrever basta enviar um email para joaodericardo@gmail.com com breve currículo e carta de interesse.

Michel Capeletti propõe na oficina Identificar procedimentos e compor através do movimento permitindo que conceitos da Técnica Alexander como inibição e direção possam invadir o processo expandindo e contaminando. Criar/ver/revisar a aproximação as nossas ideias/impulsos que se desdobram em um processo criativo. Abrir espaços para observar o movimento como um disparador que nos coloca em relação com outros corpos, espaço e contextos, abrindo outras perspectivas para criar.

Michel Capeletti é bailarino, ator e professor de Técnica Alexander formado pela Escuela de Técnica Alexander de Buenos Aires (ETABA) sob a direção de Merran Poplar, residente em Buenos Aires com vínculos de trabalho no Brasil e Argentina. Ganhou diversas bolsas e financiamentos (FUNARTE, FUMPROARTE, MINC) para pesquisar a Técnica Alexander, improvisação em dança e a contaminação destas disciplinas entre si. Em Buenos Aires trabalha com Federico Moreno, Emanuel Ludueña, Diego Bianchi, Luis Garay, Valeria Primost, Fabian Gandini, Andrea Saltiel e Paula Giuria Bianchi. Em Porto Alegre trabalhou com os artistas Tatiana da Rosa, Alexandra Dias, Heloisa Gravina, Andre Mubarack, Marco Fillipin, Dani Boff, João de Ricardo entre outros. Em 2016 apresentou “Documentos de Transição” junto a Marina Camargo e o solo “Enquanto as coisas não se completam” ganhador do Prêmio Klauss Vianna 2014 – FUNARTE.

 

O que? Oficina GRATUITA: Praticas de Composição e Técnica Alexander – Cotaminações, com Michel Capeletti.

Quando: dias 10 e 11 de dezembro, das 16 às 19h

Onde? No CÉREBRO – Sala 504 da Usina do Gasômetro

Inscrições: Enviar currículo e breve carta de intenção para joaodericardo@gmail.com

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LOVE ME BOY KILL ME MACHINE – X

PERFORMANCE em PROCESSO – Apresentação de encerramento desta etapa do projeto.

17 de novembro, quinta-feira às 20h no CÉREBRO – sala 504 da Usina do Gasômetro

O encenador e performer João de Ricardo, em função do segundo ano de residência da Cia. Espaço em BRANCO no projeto Usina das Artes, apresenta a versão final da performance em processo Love me Boy Kill me MACHINE.

O projeto começou em fevereiro deste ano, tendo como metodologia a criação/apresentação de uma nova versão do trabalho mensalmente. Até agora foram apresentadas nove variações da obra. LOVE me BOY KILL me MACHINE chega ao décimo mês de pesquisa encerrando este ciclo com a apresentação da versão X.

João de Ricardo radicaliza o caráter autoral do seu trabalho que, através da performance, do flerte com as artes visuais e do uso de recursos audiovisuais ao vivo, possibilitam uma forma particular de fazer teatro. JdR assina o texto, atuação, direção, além dos demais campos plásticos-sonoros que compõe a performance.  LOVE me BOY KILL me MACHINE dá continuidade aos processos criativos do artista frente à Cia. Espaço em BRANCO, tais como Extinção (2004), Andy/Edie (2006), Teresa e o Aquário (2008), Homem que Não Vive da Glória do Passado (2010), Anatomia da BONECA (2011), RodrigoFAGIA (2015) entre outros.

LOVE me BOY KILL me MACHINE foi escrita entre os anos 2006 e 2008. No roteiro original temos o embate entre duas identidades espelhadas: Alan Turing e HAl9000. O trabalho é uma homenagem ao brilhante professor e ícone gay Alan Turing e um manifesto sobre o corpo do homem que ama homens e a normatividade do sistema. Uma ficção que serve como suporte para a biografia viva do performer.

Alan Turing foi um cientista, matemático, pai da computação e dos computadores e pioneiro no estudo da Inteligência Artificial que, devido a ser gay foi condenado e forçado a um tratamento de castração química, vindo a cometer o suicídio com 41 anos. Um personagem da vida real. Seu antagonista é Hal9000, uma voz elegante, um super-computador, personagem vindo da ficção-científica, vilão sempre lembrado pela sofisticação e frieza no clássico filme de Stanley Kubrick “2001: uma odisséia no espaço”. Sonho e pesadelo de Alan.

Ficha Técnica:

Performance, direção e roteiro: João de Ricardo

Fotos: Bruno Gularte Barreto

Produção: CÉREBRO

Quando?

dia 17 de outubro, quinta-feira às 20h as senhas são distribuídas a partir das 19:30

Onde?

No CÉREBRO – Sala 504, Usina do Gasômetro
Quanto?

Atividade com entrada gratuita. O público decide o valor do ingresso.

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LOVE ME BOY KILL ME MACHINE versão 9.0

PERFORMANCE em PROCESSO!!!!! Penúltima apresentação!

27 de outubro, quinta-feira às 20h no CÉREBRO

O encenador e performer João de Ricardo, em função do segundo ano de residência da Cia. Espaço em BRANCO no projeto Usina das Artes, apresenta a performance em processo Love me Boy Kill me MACHINE.

A performance é apresentada uma vez por mês no CÉREBRO, sala 504 da Usina do Gasômetro, atual sede da Cia. Espaço em BRANCO e tem previsão para acontecer durante dez meses. A cada mês uma nova versão do trabalho ganha forma frente ao público, sendo esta a nona apresentação: Love me Boy Kill me Machine versão 9.0

A opção por um trabalho que vai sendo atravessado pelo tempo aponta para o paradoxo espetáculo dissolvido / vida adensada, idéia central no trabalho de João de Ricardo. Ao apostar em uma metodologia onde preparação e apresentação se fundem, o artista mantém a energia crua da criação, dividindo com o público o prazer e a surpresa que emergem do encontro.

João de Ricardo radicaliza o caráter autoral do seu trabalho assinando do texto a atuação, além dos demais campos plásticos-sonoros que compõe a performance. LOVE me BOY KILL me MACHINE dá continuidade aos processos criativos do artista frente à Cia. Espaço em BRANCO, tais como Extinção (2004), Andy/Edie (2006), Teresa e o Aquário (2008), Homem que Não Vive da Glória do Passado (2010), Anatomia da BONECA (2011), RodrigoFAGIA (2015) entre outros.

LOVE me BOY KILL me MACHINE foi escrita entre os anos 2006 e 2008. É uma carta enviada ao futuro sobre o corpo gay e como o “sistema” se instala no coração dos homens enquanto máquina de morte. No texto temos operações intertextuais no embate entre duas identidades espelhadas: Alan Turing e HAl9000.

Alan Turing foi um cientista, matemático, pai da computação e dos computadores e pioneiro no estudo da Inteligência Artificial que, devido a ser gay foi condenado e forçado a um tratamento de castração química, vindo a cometer o suicídio com 41 anos. Um personagem da vida real. O outro é Hal9000, uma voz elegante, um super-computador, personagem vindo da ficção-científica, vilão sempre lembrado pela sofisticação e frieza no clássico filme de Stanley Kubrick “2001: uma odisséia no espaço”. Sonho e pesadelo de Alan.

Num momento onde tendências de direita se erguem na política internacional refletindo-se em atos de extrema violência contra populações LGBT, mais do que uma ação de arte, LOVE me BOY KIll me MACHINE se ergue como um manifesto de amor em meio a tanta morte.

Ficha Técnica:

Performance, texto, videos, som e produção: João de Ricardo

Colaboraram com o projeto: Filipe Catto, Betina Ventu, Raphael Jacques, Eduardo Dávila, João Gabriel Om, Guilherme Pereira, Julha Franz, Bruno Gularte Barreto, Andrew Tassinari, Alexandra Dias, Cecé Pereira e Pedro Braga.

Fotos: Pedro Braga e Bruno Gularte Barreto

Quando?

dia 27 de outubro, quinta-feir às 20h as senhas são distribuídas a partir das 19:30

Onde?

No CÉREBRO – Sala 504, Usina do Gasômetro
Quanto?

Atividade com entrada gratuita. O público decide o valor do ingresso.

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Prata-Paraíso

Temporada adiada por força maior.

Nós que trabalhamos com a arte dos corpos em vida, estamos sempre sujeitos à realidade e ao que ela nos traz e tira.

Ontem tivemos uma pré-estreia da performance de aprendizagem PRATA-PARAÍSO com o CÉREBRO lotado de um público intenso e atendo que ao final nos deu um retorno valioso com suas percepções e emoções.

Infelizmente perto do final da apresentação o Eduardo d’Avila, cortou o dedão, foi atendido no HPS levou seis pontos e estará com o braço enfaixado até a sua plena recuperação que tem previsão de duas semanas. Assim ficamos impossibilitados de prosseguir com a temporada. Ele está bem e logo estará performando novamente.

Continuaremos com o processo de ensaios e logo agendaremos novas apresentações. Agradeçemos a todos que estão conectados conosco, pedimos desculpa pelo transtorno e força nessa hora complicada pois estamos desde abril completamente envolvidos na criação desta performance esperamos logo poder levá-la à público.

Seguimos em contatos pelas redes sociais facebook @abretecerebro

e

http://www.ciaespacoembranco.wordpress.com

Gratos

João de Ricardo

Andrew Tassinari

Eduardo dÁvila

Lucas Tortorelli

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Setembro no Cérebro

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LOVE ME BOY KILL ME MACHINE versão 8.0

PERFORMANCE em PROCESSO!!!!!

23 de setembro, sexta-feira às 20h no CÉREBRO

O encenador e performer João de Ricardo, em função do segundo ano de residência da Cia. Espaço em BRANCO no projeto Usina das Artes, apresenta a performance em processo Love me Boy Kill me MACHINE.

A performance é apresentada uma vez por mês no CÉREBRO, sala 504 da Usina do Gasômetro, atual sede da Cia. Espaço em BRANCO e tem previsão para acontecer durante dez meses. A cada mês uma nova versão do trabalho ganha forma frente ao público, sendo esta a oitava apresentação: Love me Boy Kill me Machine versão 8.0

A opção por um trabalho que vai sendo atravessado pelo tempo aponta para o paradoxo espetáculo dissolvido / vida adensada, idéia central no trabalho de João de Ricardo. Ao apostar em uma metodologia onde preparação e apresentação se fundem, o artista mantém a energia crua da criação, dividindo com o público o prazer e a surpresa que emergem do encontro.

João de Ricardo radicaliza o caráter autoral do seu trabalho assinando do texto a atuação, além dos demais campos plásticos-sonoros que compõe a performance. LOVE me BOY KILL me MACHINE dá continuidade aos processos criativos do artista frente à Cia. Espaço em BRANCO, tais como Extinção (2004), Andy/Edie (2006), Teresa e o Aquário (2008), Homem que Não Vive da Glória do Passado (2010), Anatomia da BONECA (2011), RodrigoFAGIA (2015) entre outros.

LOVE me BOY KILL me MACHINE foi escrita entre os anos 2006 e 2008. É uma carta enviada ao futuro sobre o corpo gay e como o “sistema” se instala no coração dos homens enquanto máquina de morte. No texto temos operações intertextuais no embate entre duas identidades espelhadas: Alan Turing e HAl9000.

Alan Turing foi um cientista, matemático, pai da computação e dos computadores e pioneiro no estudo da Inteligência Artificial que, devido a ser gay foi condenado e forçado a um tratamento de castração química, vindo a cometer o suicídio com 41 anos. Um personagem da vida real. O outro é Hal9000, uma voz elegante, um super-computador, personagem vindo da ficção-científica, vilão sempre lembrado pela sofisticação e frieza no clássico filme de Stanley Kubrick “2001: uma odisséia no espaço”. Sonho e pesadelo de Alan.

Num momento onde tendências de direita se erguem na política internacional refletindo-se em atos de extrema violência contra populações LGBT, mais do que uma ação de arte, LOVE me BOY KIll me MACHINE se ergue como um manifesto de amor em meio a tanta morte.

Ficha Técnica:

Performance, texto, videos, som e produção: João de Ricardo

Colaboram com o projeto: Filipe Catto, Betina Ventu, Raphael Jacques, Eduardo Dávila, João Gabriel Om, Guilherme Pereira, Julha Franz, Bruno Gularte Barreto, Andrew Tassinari, Alexandra Dias, Cecé Pereira e Pedro Braga.

Fotos: Pedro Braga e Bruno Gularte Barreto

Quando?

dia 23 de setembro, às 20h as senhas são distribuídas a partir das 19:30

Onde?

No CÉREBRO – Sala 504, Usina do Gasômetro
Quanto?

Atividade com entrada gratuita. O público decide o valor do ingresso.

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Cia. Espaço em BRANCO
12 anos

Teatro – Performance – Aprendizagem

Programação AGOSTO 2016

no CÉREBRO – Sala 504 Usina do Gasômetro

Dentro do projeto de residência da Cia. Espaço em BRANCO – Usina das Artes
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LOVE ME BOY KILL ME MACHINE versão 7.0
PERFORMANCE em PROCESSO!!!!!
21 de agosto, domingo às 19h no CÉREBRO

O encenador e performer João de Ricardo, em função do segundo ano de residência da Cia. Espaço em BRANCO no projeto Usina das Artes, apresenta a performance em processo Love me Boy Kill me MACHINE.
A performance é apresentada uma vez por mês no CÉREBRO, sala 504 da Usina do Gasômetro, atual sede da Cia. Espaço em BRANCO e tem previsão para acontecer durante dez meses. A cada mês uma nova versão do trabalho ganha forma frente ao público, sendo esta a sétima apresentação: Love me Boy Kill me Machine versão 7.0

A opção por um trabalho que vai sendo atravessado pelo tempo aponta para o paradoxo espetáculo dissolvido / vida adensada, idéia central no trabalho de João de Ricardo. Ao apostar em uma metodologia onde preparação e apresentação se fundem, o artista mantém a energia crua da criação, dividindo com o público o prazer e a surpresa que emergem do encontro.
João de Ricardo radicaliza o caráter autoral do seu trabalho assinando do texto a atuação, além dos demais campos plásticos-sonoros que compõe a performance. LOVE me BOY KILL me MACHINE dá coninuidade aos processos criativos do artista frente à Cia. Espaço em BRANCO, tais como Extinção (2004), Andy/Edie (2006), Teresa e o Aquário (2008), Homem que Não Vive da Glória do Passado (2010), Anatomia da BONECA (2011), RodrigoFAGIA (2015) entre outros.

LOVE me BOY KILL me MACHINE foi escrita entre os anos 2006 e 2008. É uma carta enviada ao futuro sobre o corpo gay e como o “sistema” se instala no coração dos homens enquanto máquina de morte. No texto temos operações intertextuais no embate entre duas identidades espelhadas: Alan Turing e HAl9000. Alan foi um cientista, matemático, pai da computação e dos computadores e pioneiro no estudo da Inteligência Artificial que, devido a ser gay foi condenado e forçado a um tratamento de castração química, vindo a cometer o suicídio com 42 anos. Um personagem da vida real. O outro é Hal9000, uma voz elegante, um super-computador, personagem vindo da ficção-científica, vilão sempre lembrado pela sofisticação e frieza no clássico filme de Stanley Kubrick “2001 uma odisseia no espaço”. Sonho e pesadelo de Alan.

Num momento onde tendências de direita se erguem na política internacional refletindo-se em atos de extrema violência contra populações LGBT, mais do que um desejo de arte, LOVE me BOY KIll me MACHINE se ergue como um manifesto de amor em meio a tanta morte.

Ficha Técnica:

Performance, texto, videos, som e produção: João de Ricardo

Colaboraram com o projeto: Filipe Catto, Raphael Jacques, Eduardo Dávila, João Gabriel Om, Guilerme Pereira, Julha Franz, Bruno Gularte Barreto, Andrew Tassinari e Alexandra Dias.
Fotos: Bruno Gularte Barreto

Quando?

Dia 21 de agosto, domingo, às 19h

Onde?

No CÉREBRO – Sala 504, Usina do Gasômetro

Quanto?
Atividade com entrada gratuita. O público decide o valor do ingresso. Senhas a partir das 18:30.

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Medula apresenta dois Shows no CÉREBRO: Repetitivo e Barulhento” dia 26 de agosto, sexta feira e Desandance dia 27 de Agosto – sábado, sempre às 21h.

A Medula é um grupo de Porto Alegre, RS, que cria a partir de diferentes aspectos do sonoro. A imagem da medula remete a uma ligação entre o material e imaterial, do físico ao psíquico, o que está dentro ou por trás da estrutura física, imagem do próprio conceito operativo em si mesmo. A produção do grupo consiste em trabalhos artísticos e teóricos que discutem ou se utilizam de sobreposições e atravessamentos das fronteiras dos campos disciplinares. Inclui trabalhos de música, arte sonora e artes visuais – de uma forma que não se saiba dizer exatamente onde uma coisa começa e outra acaba. O trabalho dialoga com as atividades do Grupo de Pesquisa em Criação Sonora da UFRGS e do Grupo de Pesquisa em Estudos de Gênero, Corpo e Música, do qual a Medula é a persona performativa pública, um espaço de investigação focado na pesquisa artística, abrangendo uma variedade ampla de poéticas do sonoro. O grupo estuda diferentes abordagens da criação artística envolvendo som, na forma de investigação reflexiva sobre seus ciclos de tomada de decisões a partir de suas dimensões filosófica, ideológica, estética e pontual.
Atualmente tem onze integrantes ativos, que se revezam em diferentes trabalhos: Luciano Zanatta, Isabel Nogueira, Chico Machado, Ricardo de Carli, Carlos Ferreira, Nikolas Ferrandis, Isadora Martins, Ana Clara Matielo, André Brasil, Carina Levitan e Diego Silveira.

Para a temporada no Cérebro, sala 504 da Usina do Gasômetro, sede da Cia. Espaço em BRANCO serão apresentados dois shows diferentes:

26/08 – Repetitivo e Barulhento –

projeto de criação sonora e visual que explora diferentes modalidades de repetição e produção de ruídos. Utilizam-se loops, glitches, sobreposições, reiterações deslocamentos e saturações. Dirigido por Luciano Zanatta e Ricardo de Carli. O primeiro disco desse trabalho foi gravado durante o primeiro semestre de 2016 e deve ser lançado até o fim do ano pelo selo Lezma Records.

27/08 – Desandance – protobanda

A partir de fragmentos de partituras anotados em um caderno de rascunhos, cria gravações e performances que tem na colagem o procedimento gerador. São utilizados recortes de vídeos achados na internet, improvisações gravadas e montadas, leituras abertas das partituras-esboços e mixagens de processos eletrônicos de transformação de som. Dirigido por Luciano Zanatta, conta com a participação de Carlos Ferreira e dos músicos convidados Bruno Vargas e Fabrício Gambogi.


Após o essa temporadaa Medula embarca para a Itália, onde lançará o disco Lusque-Fusque pelo selo Electronic Girls e fará show no festival Electro Camp em Veneza.

SHOWS MEDULA no CÉREBRO
Quando?
REPETITIVO e BARULHENTO dia 26 de agosto, 21h
Desandance – Protobanda , dia 27 de agosto, 21h
Onde? Cérebro – Sala 504 da Usina do Gasômetro
Ingresso: R$ 20,00 inteira, R$ 10,00 meia

oficina com alma negrot sp foto guilherme alonso

Oficina de Maquiagem Criativa com Alma Negrot – SP dia 28 de Agosto, domingo, no Cérebro!
Performar – dar forma aos desejos.

O corpo é um espaço moldável, quando transformamos ele, transformamos quem o manipula também. Não precisamos de muito para isso, basta usar imaginação. Cada dia podemos fazer uma nova costura ou um furo no dedo. E cada dia estamos mais preparados e fortes, de mente e coração aguçados. A IMERSÃO é um encontro onde através da maquiagem e expressão intuitiva entramos em contato com a alma, mergulhando nos espelhos do inconsciente.

Em espírito de coletividade, iremos compartilhar referências do mundo da performance e experienciar o ato de “transformar-se” para buscar nossa expressão individual mais genuína. Conversando com universos distintos como drag e pintura intuitiva, nosso objetivo não é profissionalizar o fazer artístico a partir de técnicas e sim expandir os significados do corpo. Iremos pensar maquiagem e caracterização misturando cores, aplicando próteses e criando extensões sensíveis do corpo com materiais simples e acessíveis.

Materiais necessários para a oficina:
▾Maquiagens em geral, tais como base para pele, pó compacto (várias tonalidades), sombras (escuras e coloridas), pincéis, tinta clown colorida, tinta guache, cola de cílios, papéis ou imagens de diversas cores e tesoura. Pesquise em lojas de fantasia!
▾ espelho, pode ser pequeno\médio.
▾É bom lembrar que qualquer coisa pode virar montação, texturas, tecidos, perucas são bem vindos também.

Quando: domingo, 28 de agosto
Que horas: das 14 as 22 horas
Investimento: R$100
Vagas: 10
Onde? CÉREBRO – Sala 504 Usina do Gasômetro
Inscrições através do email: brisavoltaica@gmail.com
Foto de divulgação: Guilherme Alonso

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JULHO

love me boy flyer leitura versão 6

LOVE ME BOY – KILL ME MACHINE versão 6.0

texto/performance/concepção João de Ricardo

Escrita entre os anos 2006 e 2008, Love me BOY Kill me MACHINE esteve condenada ao armário até hoje. É um roteiro de ação, uma carta enviada ao futuro sobre o corpo gay e como o “sistema” se instala no coração do homem enquanto uma máquina de morte.

Na performance temos duas identidades espelhadas: Alan Turing, gay, cientista, matemático, um dos pais do computador e pioneiro no estudo da Inteligência Artificial. O outro é seu parceiro, amante, filho, obra e duplo: HAL 9000. Uma voz elegante, um super-computador, sonho e pesadelo de Alan.

Sob a perspectiva de uma obra incompleta, o autor cria um confronto criativo entre o texto (o ato de escrever, no passado) e a leitura (a ação presente) junto ao público. A performance se constituí em um work in progress planejado para durar dez meses. A cada mês o performer encontra o público em uma nova versão do trabalho no CÉREBRO, em razão da residência da Cia. Espaço em BRANCO no projeto USINA das ARTES.

O texto é utilizado sem receios. As cenas são imagens. As imagens são módulos. Os módulos são comportamentos espetaculares articuláveis. Contemplam durações definidas de tempo/espaço e estão ancorados no presente inevitável do encontro ao vivo. Estão em uma ordem meramente sugerida e são articulados conforme a emergência do momento de criação junto ao outro.

Ficha Técnica:

Love me BOY Kill me MACHINE

Performance, texto, vídeos e produção: João de Ricardo

Quando?

Dia 29 de julho, sexta-feira, 20h

Onde?

No CÉREBRO – Sala 504, Usina do Gasômetro, 5o andar.

Quanto?

A entrada é gratuita, podendo o espectador decidir colaborar com projeto com o valor que lhe for adequado.

cartaz branco com apoios2INSCRIÇÕES ABERTAS: Oficina de MONTAGEM 2016

PRATA – PARAÍSO

A Cia. Espaço em BRANCO convida para a nova OFICINA DE MONTAGEM DE ESPETÁCULO TEATRAL dentro do projeto de ocupação Usina das Artes, na Usina do Gasômetro.

A oficina irá compartilhar os processos de criação da Cia. focados na união das artes em uma cena que privilegia o teatro, a performance as possibilidades do vídeo em cena. Prevê a criação do espetáculo PRATA-PARAÍSO, inspirado na obra do dramaturgo estadunidense Nicky Silver.

Serão utilizados três textos como referência para a oficina, obras impactantes, de humor ácido que desconstroem qualquer ideal de família: Pterodátilos, Homens Gordos de Saia e Free Will and Wanton Lust. As peças, escritas na década de 90, alavancaram a carreira de Silver nos palcos internacionais através do uso das convenções tradicionais da comédia de situação em tramas desconcertantes e obscuras: Um jovem artista infectado com HIV volta para a casa de sua abastada família para passar seus últimos dias e encontra um fóssil de t-rex. Um garotinho serial-killer e sua mãe sobrevivem em uma ilha deserta canibalizando o corpo de vítimas de um acidente aéreo. Uma família é arrebentada por um tesão incontrolável.

Durante a oficina trabalharemos de forma radical as imagens, ações e conflitos presentes nos diálogos rápidos e impiedosos do autor em um espaço delirante de criação: PRATA-PARAÍSO. Uma ilha deserta, o lar-doce-lar, um lugar idílico (só que não), um micro-ondas gigante onde os personagens de Silver serão tostados-vivos no loop infinito de suas existências ficcionais. Cada um por si e nenhum deus por todos.

A oficina será ministrada por João de Ricardo, fundador da Cia. Espaço em BRANCO e terá duração de seis meses com duas aulas semanais nos primeiros cinco meses. No sexto mês entraremos em cartaz com o espetáculo, dando chance aos alunos experimentarem toda a complexidade que abarca a experiência de montagem: do espaço vazio ao encontro com o público.

O encenador e professor independente irá desenvolver a montagem segundo a metodologia Processos Híbridos de Criação que vem desenvolvendo na Cia. e que foi responsável pela existência de espetáculos como: Shopping and Fucking, Extinção, Andy/Edie, Teresa e o Aquário, Anatomia da Boneca, Homem que não vive da Glória do Passado, Rodrigofagia além de inúmeras performances.

Da análise do texto teatral até a construção das cenas e imagens da peça, os alunos irão passar por um rico processo criativo envolvendo corpo, voz e ação. Durante a oficina será desenvolvida a dramaturgia e todas camadas plásticas do espetáculo de forma colaborativa (vídeos, luz, som, figurinos e cenário), apostando na formação de um ator crítico e criativo e na colaboração como uma possibilidade genuína para a criação da cena.

O que: Oficina de montagem teatral da Cia. Espaço em BRANCO – 2016

PRATA-PARAÍSO

ministrada por João de Ricardo, dentro do projeto Usina das Artes.

Quando: aulas de abril a agosto de 2016, terças e quintas das 19h às 22h
Temporada em setembro.

Onde: no CÉREBRO, Sala 504 da Usina do Gasômetro.

Investimento: R$200,00 por mês.

A primeira aula, dia 05 de abril, será gratuita com objetivo de apresentar o projeto de montagem para os interessados.

Informações e inscrições: joaodericardo@gmail.com 051 91911930

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PERFORMANCE!!!!! 27 de ABRIL 20h no CÉREBRO

love me boy 28 de 02 i

LOVE ME BOY – KILL ME MACHINE versão 3.0 
performance código aberto

LOVE ME BOY – KILL ME MACHINE

Este é um roteiro para performance. Uma ficção científica gay e juvenil, cheia de som e fúria. Escrita por João de Ricardo entre os anos 2006 e 2008 esteve condenada ao armário até hoje. Sob a perspectiva de uma obra incompleta, o autor cria um confronto criativo entre o texto (o ato de escrever, no passado) e a leitura (a ação presente) junto ao público.
O texto será utilizado sem receios. As cenas são imagens. As imagens são módulos. Contemplam durações definidas de tempo/espaço. Estão em uma ordem meramente sugerida. Nela temos duas identidades espelhadas que servem como campo de composição: Alan Turing, gay, cientista, matemático, um dos pais do computador e pioneiro no estudo da Inteligência Artificial. O outro é seu parceiro, amante, filho, obra e duplo: HALL 9000. Uma voz elegante, um super-computador, sonho e pesadelo de Alan.
 

Ficha Técnica:

 Performance, texto, vídeos e produção: João de Ricardo

Este processo tem a colaboração carinhosa de: João Gabriel Om, Eduardo D’Avila, Evelyn Ligocky e Julha Franz.

Quando?

 Dia 27 de abril, quarta-feira  às 20h

Onde?

No CÉREBRO – Sala 504, Usina do Gasômetro

Quanto?

R$ 10,00

ENTREVISTA sobre os trabalhos atuais da Cia. e PRATA PARAÍSO

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PHC – Oficina Intensiva de PERFORMANCE

[Oficina Intensiva de Performance]
Processos Híbridos de Criação: Ateliê de Verão – Módulo II – FEVEREIRO
com João de Ricardo

Quando?
De 23 a 26 de Fevereiro
Das 17h ás 22h
Onde? CÉREBRO (Sala 504 da Usina do Gasômetro, Sede da Cia. Espaço em BRANCO)
Carga-horária 20h
Max. participantes: 10
Inscrições/ informações: joaodericardo@gmail.com
Investimento: R$150,00

As inscrições estão abertas para PROCESSOS HÍBRIDOS de CRIAÇÃO: Ateliê de Verão – Módulo II

Dando prosseguimento à residência artística da Cia. Espaço em BRANCO no projeto Usina das Artes – Usina do Gasômetro, o encenador e professor independente João de Ricardo irá ministrar oficina intensiva de performance. Processos Híbridos de Criação vem sendo desenvolvido desde 2008 tendo participado de inúmeros festivais como a Bienal do Mercosul, o Porto Alegre em Cena e o Festival Internacional de Teatro de Rua de Porto Alegre.

Neste ateliê intensivo e imersivo de 20 horas-aula, daremos prosseguimento com a experiência dos corpos em suas infinitas capacidades de criação. Através de exercícios práticos serão abertas zonas de potência entre a arte da performance, o teatro e o vídeo. Será fomentada a autonomia e a colaboração dos alunos no estabelecimento de um campo de trabalho sensível: espetáculo dissolvido – vida adensada.

Dentre os conteúdos que serão propostos durante o atelier estão a ação concreta e a ação mimética. A voz e seus fluxos. As qualidades plásticas do movimento e da presença. O tempo e o espaço na performance. O uso do vídeo ao vivo e demais tecnologias audiovisuais relacionadas ao corpo. A utilização de materiais precários enquanto dispositivos físicos relacionais. O espetáculo de performance: dramaturgias do acaso.

A atividade ocorrerá no CÉREBRO, sede da Cia. Espaço em BRANCO, que fica no 5º andar da Usina do Gasômetro, Sala 504. As vagas são limitadas em 10 alunos. A oficina é aberta a todos interessados nas artes do corpo, com ou sem experiência.

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Janeiro:

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R O L E T A R U S S A / M A Ç Ã   D O A M O R

Em seu primeiro ano com sede própria, obtida através do projeto de ocupação da Usina do Gasômetro, Usina das Artes, a Cia. Espaço em BRANCO anuncia sua primeira temporada de 2016, com a estreia do espetáculo Roleta Russa/Maçã do Amor, no dia 13 de janeiro.

Apresentado em dois movimentos, onde o individual e o coletivo se misturam a procura de identidades contemporâneas, o trabalho dirigido e atuado por Lisandro Bellotto traz o teatro, o vídeo e a performance a serviço da realidade e da ficção. Permeado por reflexões sobre si mesmo, é também um convite à plateia desvendar sua personalidade, de maneiras distintas em cada ato.

Do lado emocional e poético, em direção a um sentido imagético mais radical, Roleta Russa/Maçã do Amor é a fusão das pesquisas desenvolvidas na graduação e Mestrado do artista no Departamento de Artes Dramáticas da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (Ufrgs), pela primeira vez em contato com o grande público.

Dando continuidade à história da Cia. com a mistura de linguagens, a produção transcorre entre a baixa e a alta tecnologia, com o uso de gravador K7 e projeção de vídeos. Bellotto vai revelando, cena a cena, seu processo de criação autoreferencial.

A temporada segue às quartas e quintas, até o dia 28 de janeiro, sempre às 20h, no CÉREBRO, Sala 504 da Usina do Gasômetro.

Ficha Técnica:

Direção, atuação: Lisandro Bellotto

Produção: João de Ricardo e Lisandro Bellotto

Vídeos: Leonardo Remor e Cia Espaço em BRANCO

Operação de vídeo e retro-projetor: João de Ricardo

Luz: Luca Simas

Músicas: Felipe Gue Martini

SERVIÇO

Dias 13, 14, 20, 21, 27 e 28 de janeiro (quartas e quintas) – às 20h.

Sala 504 – Usina do Gasômetro 5º andar.

Ingresso: R$ 20,00

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Cia Espaço em BRANCO apresenta:

rodrigoFAGIA

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Depois de 4 meses de processo pedagógico intenso, é com prazer que abrimos o #CÉREBRO# (Sala 504 da Usina do Gasômetro) para o público conferir a performance resultante da primeira Oficina de Montagem ministrada pelo grupo, dentro do projeto de ocupação Usina das Artes 2015. A oficina levou em conta os processos criativos da Cia Espaço em BRANCO fundamentados na relação entre performance, espetáculo e tecnologias, em diálogo com o universo textual do dramaturgo hispano-argentino Rodrigo Garcia. Os alunos tiveram aulas com João de Ricardo, Lisandro Bellotto e Carina Sehn.

Com o desafio de estarmos num aqui-agora inevitável, a pesquisa direciona-se para composição ao vivo, onde espectadores e performers compartilham essa zona limite de criação. O que se descortina é um mergulho coletivo nas relações desumanizadas pela disputa incessante de capital e poder. Uma performance instigante que privilegia a ação enquanto possibilidade poética e política. Um raio-x do Brasil que foge de categorizações, paradoxal e espantoso ao ser observado através de nossas entranhas.

A Cia Espaço em BRANCO é um coletivo de artistas que desde 2004 desenvolve uma pesquisa relacional entre as linguagens do teatro e performance. Pela via da transdisciplinariedade, o coletivo agencia artistas de diversas áreas, resultando em espetáculos de artes integradas que se misturam aos dispositivos tecnológicos para enriquecer o diálogo, propondo diversas camadas de percepção ao espectador. Conta com 8 espetáculos reconhecidos pela crítica e público.

No ano de 2015 o grupo conquistou sede própria o # CÉREBRO # Sala 504 da Usina do Gasômetro, através do Edital de ocupação Usina das Artes, promovido pela Secretaria Municipal da Cultura de Porto Alegre, e prevê uma série de atividades artísticas e pedagógicas durante todo ano.

https://ciaespacoembranco.wordpress.com/

Serviço:

Performance de conclusão da primeira turma de montagem da Cia. Espaço em BRANCO

rodrigoFAGIA

Quando?

Dias 13, 15, 20, 22, 27 e 29 de outubro

Sempre às 19:30h

Onde?

# CÉREBRO # Sala 504 da Usina do Gasômetro

Quanto?

Inteira R$ 20 meia R$10 (estudantes, professores e classe artística – disponíveis apenas 20 ingressos por sessão, bilheteria aberta às 19h)

rodrigoFAGIA

 pessoal

Ficha Técnica:

Direção: João de Ricardo e Lisandro Bellotto

Performance: Andrew Tassinari

Carol Martins

Felipe Ravizon

João Gabriel Om

Lucas Reis

Marco Marchesano

Performance de apoio: João de Ricardo

Lisandro Bellotto

João de Queiroz

Direção de arte (vestuário, espaço, objetos e luz): João de Ricardo e grupo

Vídeos: João de Ricardo, João de Queiroz (edição e operação do vídeo ao vivo) e Felipe Ravizon

Trilha sonora pesquisada: O grupo

Design Gráfico: João de Ricardo

Apoio: Prefeitura Municipal de Porto Alegre, Usina do Gasômetro, Usina das Artes, Secretaria Municipal da Cultura

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Teresa e o Aquário faz duas apresentações com entrada franca em Porto Alegre

teresa e o aquário webflyer

Cia. Espaço em BRANCO 10 anos

Temporada com entrada franca do espetáculo Teresa e o Aquário

17 e 18 de outubro (sexta e sábado) Sempre às 20h

Teatro Glênio Peres

(Av Loureiro da Silva, 255 – Câmara Municipal de Porto Alegre, Centro Histórico)

Entrada Franca – Retirada de ingressos no Memorial da CMPA dia 14 de outubro das 14 às 18h -Telefone 3220 4318. Caso haja ingressos disponíveis nos dias das apresentações estes serão distribuídos por ordem de chegada meia hora antes no teatro.

capacidade do teatro: 80 lugares

Teresa e o Aquário_foto Pedro Karam_DSC_0135

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Alice se apresenta nos dias 07, 14 e 28 de agosto,

Quintas-feiras às 21h30

Sesc Ipiranga, São Paulo

Gratuito. Retirada de senhas uma hora antes na bilheteria.

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Continuamos comemorando dez anos de atividades. em BREVE mais apresentações de TERESA e o AQUÁRIO em Porto Alegre.

foto eduardo iribarrem

foto eduardo iribarrem

VC já ganhou nosso ❤

Nós da Cia. Espaço em BRANCO estamos GRATOS, GRATÍSSIMOS

ATINGIMOS 100% do VALOR NO CATARSE graças a VCS!!!!!!!

Nosso agradecimento amplo e colorido a cada um de vcs, cada um que divulgou, colaborou e torceu!
Nossa história e feita de muitas histórias e vcs fazem HIPER parte dela.

Bjx MILZ, nos vemos no TEATRO!!!!!!

Cia. Espaço em BRANCO
http://catarse.me/pt/ciaespacoembranco10anos#contributions

A CIA ESPAÇO EM BRANCO ESTÁ NO CATARSE E CONTA COM A SUA COLABORAÇÃO

A Cia. Espaço em BRANCO está completando 10 anos de atividades em cena. Sua trajetória é marcada pela constante inovação e desenvolvimento da linguagem teatral tendo na performance e no audiovisual as chaves para uma metodologia poética – pedagógica chamada Processos Híbridos de Criação.

Para comemorar esta data nada melhor do que o encontro com o público. Assim, estão sendo atualizados dois espetáculos marcantes desta história: “Teresa e o Aquário” e “Alice”, que farão duas apresentações cada, entre os dias 13 e 16 de março no Teatro Renascença em Porto Alegre.

A Cia. Espaço em BRANCO conta com o seu apoio para viabilizar financeiramente a produção destas apresentações (ensaios, manutenção de cenário, figurino, materiais de vídeo e cachê dos artistas). Este projeto de financiamento coletivo permite que você garanta seu ingresso com desconto enquanto colabora diretamente com a Cia., podendo ganhar brindes bem legais, como bottons com desenhos exclusivos de João de Ricardo e Talita Hoffmann, até fotografias fineart de Bruno Gularte Barreto com tiragem limitada.

Clique AQUI para COLABORAR através do site CATARSE – Cia. Espaço em BRANCO 10 anos

OS ESPETÁCULOS

Cartaz_ALICE_ilustração Talita Hoffmann

foto Bruno G. Barreto

foto Bruno G. Barreto

ALICE é livremente inspirado nos livros “As Aventuras de Alice no País das Maravilhas” e “Através do Espelho”. Aborda o universo nonsense das obras e propõe a liquefação das barreiras entre palco e plateia, convidando o público à Hora do Chá, ou o Banquete de Desaniversário. O paladar é um dos sentidos explorados, os dizeres “Coma-me” e “Beba-me”, presentes no primeiro livro, foram mote para a criação das cenas. A atriz desenvolve ações performáticas, dando a diversos personagens significações particulares. A obra de Lewis Carroll é via de reflexão sobre a sociedade e as relações, numa performance que não pretende contar a história de Alice, mas ser uma viagem onírica neste universo.

ALICE 02_ foto Tiago Coelho

Direção e Atuação: Sissi Betina Venturin

Orientação: Tatiana Cardoso

Operação de vídeo e áudio: Leonardo Remor

Iluminação: João de Ricardo

Direção dos vídeos: Sissi Betina Venturin e Leonardo Remor

Fotografia e Montagem dos vídeos: Leonardo Remor e Tiago Coelho

Edição de áudio: Marcos Lopes

Finalização do stopmotion: Daniel Laimer

Ilustração e Design Gráfico: Talita Hoffmann

Colaboração: Carlos Mödinger, Fernando Bakos, João de Ricardo, Leonardo Machado e Marina Mendo

Apoio: Grupo Falos & Stercus

Duração: 75 minutos.

Classificação: Livre

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foto by pedro karan

foto by pedro karan

TERESA e o AQUÁRIO é livre adaptação do conto “Teresa ainda olhava para o Aquário”, de Luciano Mattuella. Teresa, ao ganhar de seu marido um aquário de peixes coloridos, entra em um processo de catatonia. A personagem mergulha em um universo onde ninguém tem acesso. A cena é o aquário onde surgem os devaneios de uma mulher petrificada na carne, mas liberta em seus sentidos e livre de qualquer sentido.

Em “Teresa e o Aquário”, a Cia. melhor desenvolveu sua pesquisa com as tecnologias audiovisuais, a interface corpo-tecnologia, a hibridização do processo sempre presente com referenciais vindos da performance e videoart. A dramaturgia foi construída coletivamente, constituída de imagens corporais e multimídia, e narrativa desconstruída, comunicando através de sensações, memórias e referenciais íntimos. Vídeos captados da cena são projetados e mixados com filmes pré-gravados, acrescentando camadas de leitura narrativa e esteticamente, de forma integrada com a ação performática. O músico multi-instrumentista Roger Canal compôs a trilha sonora que mistura a tradição de instrumentos como o trompete, a escaleta e o bombo leguero à tecnologia do sampler. Roger toca, canta, sampleia e mixa, executando as músicas e ambiente sonoros ao vivo.

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Direção: João de Ricardo

Performance: Lisandro Bellotto e Sissi Betina Venturin

Assistência de direção: Kalisy Cabeda

Direção e operação de vídeo: Bruno Gularte Barreto

Operação de câmera: João de Ricardo

Composição e execução de trilha sonora: Roger Canal

Desenho e operação de luz: Liliane Vieira

Produção e divulgação: Sissi Betina Venturin e João de Ricardo

Dramaturgia: livremente inspirado no conto “Teresa Ainda Olhava Para o Aquário” de Luciano Mattuella. Textos originais do espetáculo de Diones Camargo, João de Ricardo, Lisandro Bellotto e Sissi Betina Venturin.

Duração: 90 minutos

Classificação: 16 anos

A TEMPORADA 

Alice: 13 e 14 de março (quinta e sexta-feira)

Teresa e o Aquário: 15 e 16 de março (sábado e domingo)

Horário: SEMPRE às 20h!

Teatro Renascença

(Av Érico Veríssimo, 307, Menino Deus. Porto Alegre/RS)

Foto by Pedro Karan

Foto by Pedro Karan

 

baal da luz vermelha cartaz web

 

3 respostas em “Tocar PARAÍSO no Teatro São Pedro Virtual

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