Love me Boy Kill me Machine

LOVE ME BOY KILL ME MACHINE versão 8.0

PERFORMANCE em PROCESSO!!!!!

23 de setembro, sexta-feira às 20h no CÉREBRO

O encenador e performer João de Ricardo, em função do segundo ano de residência da Cia. Espaço em BRANCO no projeto Usina das Artes, apresenta a performance em processo Love me Boy Kill me MACHINE.

A performance é apresentada uma vez por mês no CÉREBRO, sala 504 da Usina do Gasômetro, atual sede da Cia. Espaço em BRANCO e tem previsão para acontecer durante dez meses. A cada mês uma nova versão do trabalho ganha forma frente ao público, sendo esta a oitava apresentação: Love me Boy Kill me Machine versão 8.0

A opção por um trabalho que vai sendo atravessado pelo tempo aponta para o paradoxo espetáculo dissolvido / vida adensada, idéia central no trabalho de João de Ricardo. Ao apostar em uma metodologia onde preparação e apresentação se fundem, o artista mantém a energia crua da criação, dividindo com o público o prazer e a surpresa que emergem do encontro.

João de Ricardo radicaliza o caráter autoral do seu trabalho assinando do texto a atuação, além dos demais campos plásticos-sonoros que compõe a performance. LOVE me BOY KILL me MACHINE dá continuidade aos processos criativos do artista frente à Cia. Espaço em BRANCO, tais como Extinção (2004), Andy/Edie (2006), Teresa e o Aquário (2008), Homem que Não Vive da Glória do Passado (2010), Anatomia da BONECA (2011), RodrigoFAGIA (2015) entre outros.

LOVE me BOY KILL me MACHINE foi escrita entre os anos 2006 e 2008. É uma carta enviada ao futuro sobre o corpo gay e como o “sistema” se instala no coração dos homens enquanto máquina de morte. No texto temos operações intertextuais no embate entre duas identidades espelhadas: Alan Turing e HAl9000.

Alan Turing foi um cientista, matemático, pai da computação e dos computadores e pioneiro no estudo da Inteligência Artificial que, devido a ser gay foi condenado e forçado a um tratamento de castração química, vindo a cometer o suicídio com 41 anos. Um personagem da vida real. O outro é Hal9000, uma voz elegante, um super-computador, personagem vindo da ficção-científica, vilão sempre lembrado pela sofisticação e frieza no clássico filme de Stanley Kubrick “2001: uma odisséia no espaço”. Sonho e pesadelo de Alan.

Num momento onde tendências de direita se erguem na política internacional refletindo-se em atos de extrema violência contra populações LGBT, mais do que uma ação de arte, LOVE me BOY KIll me MACHINE se ergue como um manifesto de amor em meio a tanta morte.

Ficha Técnica:

Performance, texto, videos, som e produção: João de Ricardo

Colaboram com o projeto: Filipe Catto, Betina Ventu, Raphael Jacques, Eduardo Dávila, João Gabriel Om, Guilherme Pereira, Julha Franz, Bruno Gularte Barreto, Andrew Tassinari, Alexandra Dias, Cecé Pereira e Pedro Braga.

Fotos: Pedro Braga e Bruno Gularte Barreto

Quando?

dia 23 de setembro, às 20h as senhas são distribuídas a partir das 19:30

Onde?

No CÉREBRO – Sala 504, Usina do Gasômetro
Quanto?

Atividade com entrada gratuita. O público decide o valor do ingresso.

fotos da versão 7.0 por Pedro Braga

Matéria no Estação Cultura, da TVE em decorrência da versão 5.0 de Love me BOY- Kill me MACHINE

fotos da versão 2.0

Cia. Espaço em BRANCO apresenta:

Em seu primeiro ano com sede própria, obtida através do projeto de ocupação da Usina do Gasômetro, Usina das Artes, a Cia. Espaço em BRANCO apresenta a performance:

LOVE ME BOY – KILL ME MACHINE

texto/performance/concepção João de Ricardo

Escrita entre os anos 2006 e 2008, Love me BOY Kill me MACHINE esteve condenada ao armário até hoje. É um roteiro de ação, uma carta enviada ao futuro sobre o corpo gay e como o “sistema” se instala no coração do homem enquanto uma máquina de morte.

Na performance temos duas identidades espelhadas: Alan Turing, gay, cientista, matemático, um dos pais do computador e pioneiro no estudo da Inteligência Artificial. O outro é seu parceiro, amante, filho, obra e duplo: HAL 9000. Uma voz elegante, um super-computador, sonho e pesadelo de Alan.

Sob a perspectiva de uma obra incompleta, o autor cria um confronto criativo entre o texto (o ato de escrever, no passado) e a leitura (a ação presente) junto ao público. A performance se constituí em um work in progress planejado para durar dez meses. A cada mês o performer encontra o público em uma nova versão do trabalho no CÉREBRO, em razão da residência da Cia. Espaço em BRANCO no projeto USINA das ARTES.

O texto é utilizado sem receios. As cenas são imagens. As imagens são módulos. Os módulos são comportamentos espetaculares articuláveis. Contemplam durações definidas de tempo/espaço e estão ancorados no presente inevitável do encontro ao vivo. Estão em uma ordem meramente sugerida e são articulados conforme a emergência do momento de criação junto ao outro.

fotos da versão 3.0


Ficha Técnica:

Love me BOY Kill me MACHINE

Performance, texto, vídeos e produção: João de Ricardo

Quando?

Dia 27 de maio, sexta-feira, 20h

Onde?

No CÉREBRO – Sala 504, Usina do Gasômetro, 5o andar.

Quanto?

A entrada é gratuita, podendo o espectador decidir colaborar com projeto com o valor que lhe for adequado.

versão 8.0

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versão 7.0

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versão 6.0

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versão 5.0

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versão 4.0

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versão 3.0

love me boy flyer leitura versão 3.0

versão 2.0

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versão 1.0

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