Processos Híbridos de Criação

Processos Híbridos – Blog da Oficina

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PROCESSOS HÍBRIDOS DE CRIAÇÃO

Desde 2008 o encenador, performer e professor independente João de Ricardo desenvolve PHC: uma perspectiva de metodologia de aprendizagem em performance arte.  Seguindo a trilha apontada por Lygia Clark em seus experimentos com o corpo, busco dimensionar a técnica crua num campo fértil para as emergências COTIDIANAS urgentes. O indivíduo-coletivo em fricções e fluxos. O corpo experimental é sala de aula. A sala de aula é a rua. O corpo é a cidade.  Caminhando entre e através de ruas, linguagens, espaços e instituições.

O Brasil se convulsiona em impasses diários nos quais os interesses conservadores chocam-se com uma vida conectada, a informação veloz da web. Este cenário detona ações e articulações que atravessam planos: do real ao virtual e vice-versa fazendo do corpo uma máquina de guerra. Continuamos com as perguntas: o que pode um corpo? O que pode o espetáculo dissolvido nessa trama complexa que vai do eu ao tu, formando nós – hibridistas insaciáveis?
Processos Híbridos de Criação é uma oficina de arte-vida focada na experiência da performance como espaço para trans-formações constantes. Trabalhamos a face político-pública da ação artística – o artista ativista, a performance e suas possibilidades de composição.
A criação e os processos criativos são vivenciados em um território de experiência permanente: a performance arte, o teatro, a dança, o cinema e as artes visuais são postas em agenciamento gerando zonas autônomas onde a arte decompõe as noções de “obra” e “produto” revelando-se vida pulsante. Para além das disciplinas classificadas como linguagens artísticas, a hibridização serve como motivo que magnetiza e irradia a experimentação ativa da ARTEVIDA.

 

A oficina têm como objetivo os comportamentos experimentais e criativos, o tempo e a presença, a fusão, justaposição, e agenciamento das linguagens e gêneros das artes, usando como referências experimentos que resultaram e resultam em interessantes trabalhos propostos por artistas como Lygia Clark, Helio Oiticica, Guy Debord, Antonin Artaud, Jose Celso Martinez Correa, KAzuo Ohno,  Joseph Beuys, Thadeuz KAntor, Robert Wilson, Orlan, Stelarc, Cindy Sherman, Guilhermo Gomez-Peña, entre tantos outros além de refexões teórico-práticas que fundem fronteiras como Richard Schechner, Renato Cohen, Hakin Bey, Deleuze-Guatarri, Roselee Goldberg, entre inúmeros outros.
A Oficina já foi realizada nas seguintes instituições:
Porto Alegre em Cena
Bienal do Mercosul
Oficinas Culturais do Estado de São Paulo: Amácio Mazaroppi e Fred Navarro
Prefeitura de Porto Alegre : Fumproarte
UFPEL (Universidade Federal de Pelotas)
UFRGS (Universidade Federal do Rio Grande do Sul)
Desde 2014 compõe o quadro pedagógico do GED – Grupo Experimental de Dança do Centro de Dança da Prefeitura de Porto Alegre
Desde 2015 é oferecida à comunidade no projeto de Residência da Cia. Espaço em BRANCO – CÉREBRO – Usina das Artes, promovido pela  Secretaria de Cultura de Porto Alegre.
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